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A linguagem dos jovens na pós-modernidade


Os jovens e adolescentes possuem uma maneira de se expressar. Entre eles não há nenhum problema com a subtração das palavras, pois elas diminuem em número silábico, mas não perdem o sentido entre eles.

Como exemplo basta observar o pronome de tratamento ”vossa mercê“, que posteriormente passou a ser “vosse mercê“, depois virou “vós mercê”, chegou a “você” e atualmente pronuncia-se apenas “cê“.

Na era “digital“ e do chamado “fast food“, o tempo é cada vez mais escasso e com tudo isso tende a ficar mais superficial e rápido. Não há tempo a se perder com muito “blá, blá, blá” e a linguagem também sofre grandes ataques em sua morfologia.
Há bem pouco tempo atrás os filhos pediam a benção aos pais, tios e avós, quando chegavam ou saiam de casa ou quando os encontrava em qualquer lugar. E tudo era de forma bem cúltica (formal) e ritualizada, no entanto, hoje os pais são chamados de forma bem diferente das gerações anteriores: o pai é chamado de “véio” e a mãe é “veia“, independente da idade de ambos.

Nessa relação entre pais e filhos há uma grande diferença e conflitos que se vê entre as gerações. É bem provável que a leitura da Bíblia sobre o amor de Deus pelo mundo seja assim na próxima geração: “aí véio! Deus indoidô com a galera de todo mundo, que mandô seu único fio, pra o que crê, sê feliz pra sempre“. ( João 3.16 ). Isso ainda poderá variar de região para região do Brasil, já que as gírias também mudam de uma região para outra.
O rock é um bom exemplo da linguagem pós-moderna, assim como o hip-hop, funk, o soul , a black music e outros estilos, que transmitem as mais variadas mensagem de forma cantada. O rock, assim como todos os estilos culturais com seus ritmos tem toda a sua forma peculiar de comunicar o evangelho de Cristo na língua do que ouve.

Essa variedade de línguas leva a mensagem de Cristo “a toda a criatura” (Marcos 16.15). Do mesmo modo, que existem várias línguas ao redor do mundo, e em cada uma delas o Evangelho é pregado, sem com isso impor a língua do missionário e sua cultura, assim também ocorre com as tribos urbanas que recebem o Palavra de Deus em sua língua.

Na confusão de línguas na torre de Babel ocorreu a soberba do homem. “Por isso, se chamou o seu nome Babel, porquanto ali confundiu o Senhor a língua de toda a terra e dali os espalhou o Senhor sobre a face de toda a terra.“ (Gêneses 11.9). Neste caso é bom notar que a diversidade cultural e a linguagem não foram problemas, mas sim a soberba e a desobediência humana.
Também sobre a linguagem, tanto na fala como na audição, verifica-se o milagre que se produziu em Jerusalém. “E todos foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem”. (Atos 2.4).

Para levar o Evangelho de Cristo a todas as tribos urbanas é necessário conhecer a linguagem e a cultura do grupo. Da mesma forma ocorre com o rock, pois ele pode ser usado como instrumento de evangelização em sua linguagem e estilo próprio, alcançando assim os objetivos específicos que são: vidas transformadas e rendidas aos pés de Jesus Cristo.
A linguagem não pode ser barreira para pregar o Evangelho e na sua diversidade e pluralidade, a igreja deve entender que o Espírito Santo está atuando e renovando, não somente a língua, o ritmo e o estilo, mas todas as coisas.

Se “o Espírito sopra onde quer“ (João 3.8), como poderíamos limitá-lo a uma língua, estilo musical. Etnia, cultura ou classe social? Enquanto muitas pessoas discutem e entram em debates que não levarão a nada, muitos jovens estão indo para o abismo espiritual, e por que não dizer para o inferno.
Dessa forma, conseguimos entender o grande amor de Deus, que não se limita a uma linguagem, o amor de Deus não está acessível a linguagem ou signos humanos apenas, ele é maior e transcendente, no entanto está disponível a todo o mundo. (João 3.16). E isso foi o que assustou todos os estrangeiros que estavam em Jerusalém. “E como os ouvimos falar, cada um em nossa própria língua materna?” (Atos 2.8).

Jesus Cristo sendo Deus se fez “homem e habitou entre nós” (João 1.14), Ele viveu em uma cultura, se vestiu como os homens de seu tempo, comeu, bebeu, sorriu, trabalhou, chorou, e louvou a Deus como eles. Se Ele sendo Deus usou todos os elementos da cultura e esteve com os perdidos e marginalizados de sua época, como podemos nos achar tão santos e separados para não atuar no mundo, discriminando alguns grupos e criando outros? E como podemos dizer que atuamos no mundo como agentes do Reino de Deus sem buscar transformação e renovação de todos os homens?

Portanto, devemos ver que para Deus não há limites para salvar o homem, seu amor incondicional é “piração” para muitos. Deus não chama os melhores para realizar a sua obra, Ele chama os “piores” para fazê-la e isto que confunde muitos que se acham justos aos seus próprios olhos. “Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes. Não vim chamar justos, e sim pecadores, ao arrependimento.” (Lucas 5.31-32).

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