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A força do compromisso


A força do compromisso
Participar dos ensaios não é cumprir formalidade, é honrar o compromisso assumido, parte fundamental para o êxito pretendido

Recentemente, conversei com o líder de um ministério de dança sobre a falta de compromisso das pessoas com relação à obra de Deus. Ele me falou das lutas que eles têm enfrentado devido ao excesso de faltas nos ensaios do grupo. Dor de cabeça, dor no pé, mal estar repentino, visita a casa de parentes e tantas outras desculpas tentam justificar as constantes faltas. E isso impede a excelência do trabalho que deve ser feito sob unção e temor de Deus, primeiramente para ele e depois para a edificação da Igreja.

Essa conversa me fez pensar no quanto as pessoas estão deixando a desejar na obra do Senhor. Tudo é motivo para faltar – estudos, festas, família, dinheiro... É claro que não podemos julgar as pessoas, mas como participantes da obra do Senhor sabemos que existem aqueles que criam situações inimigináveis e até ilárias para faltar. Mal sabem eles que os ensaios, por mais cansativos que sejam, são importantes para o aprimoramento, a unidade e o crescimento do grupo – seja ele de dança, louvor, teatro etc.

Infelizmente, muitos agem como “fogo de palha” na obra de Deus. Vão nos primeiros ensaios, falam que “vão fazer e acontecer”, mas depois começam a criar situações diversas para faltar. Quando, na verdade, seria muito mais simples falar a verdade ou dar lugar para outras pessoas que têm compromisso com as coisas de Deus.

O compromisso é a marca registrada do crente. É como se fosse o “selo de qualidade” dele. Por isso, ao assumir o compromisso de participar de algo, a pessoa deve fazer o possível para cumpri-lo, caso contrário, as coisas começam a desandar. Ensaiar é preciso. Faltar, só se houver realmente necessidade.


É comum as pessoas aceitarem facilmente o convite para uma festa ou um passeio, mas quando o assunto é igreja não têm a mesma disponibilidade. Inventam desculpas e colocam tudo acima da igreja, ou devo dizer de Deus, claro. Pois não é para ele o nosso trabalho ou ele é um mero expectador da nossa vida que sempre fica em segundo lugar?

Neste sentido o líder precisa ser amoroso, mas firme. Não se faz nada para Deus com desleixo. Então, impor regras e exigir o cumprimento delas é o mínimo que se deve cobrar. Quem não quiser se submeter também não deve participar. Deus exige primícias e não sobras.

As dicas a seguir são para líderes e liderados. Não é uma receita pronta, mas informações que vão ajudar os líderes a aprimorar o ambiente dos ensaios e motivar os liderados a participar deles.

Para o líder
Saia da rotina. Faça de cada ensaio uma oportunidade para que os liderados cresçam espiritual e teoricamente.

Vez ou outra faça uma confraternização entre os membros do grupo.

Mude o local dos ensaios, sempre que possível, é claro. Por exemplo, se for um grupo de dança ou teatro, ensaie um dia ao ar livre, leve-os a um lugar especial.

Mostre sua autoridade como líder, coloque regras no grupo, não permita que os componentes façam o que quiserem ou faltem quando acharem que devem faltar.

Não seja um líder autoritário, isto é, mandão, que não ouve os liderados, que é grosso ao falar, prepotente e que acha que só a opinião dele é que conta. Um líder que age assim, “espanta” os seus liderados.

Saia da mesmice. Utilize vídeos, DVDs, realize palestras, convide pessoas para falarem a respeito da área com a qual vocês estão trabalhando. Se for um grupo de louvor, por exemplo, chame alguém para dar um palestra interessante ao grupo.

Saiba perceber quando o liderado é tímido. Trabalhe com esse liderado de forma especial, incentivando-o. Não aceite piadinhas de mau gosto ou falas desmotivantes do tipo: “Esse aí nunca vai conseguir!”. Esse tipo de frase, faz com que muitos se sintam incapazes e não queiram mais voltar aos ensaios.

Para o liderado
Lembre-se: é por meio dos ensaios que se aprimora tanto a parte espiritual quanto a técnica.

Faltar em demasia e sem necessidade interrompe esse aprimoramento. Isso será ruim para você mesmo.

Se você fosse o líder, certamente não gostaria que os seus liderados faltassem sem uma justificativa convincente. Então, não aja da mesma forma.

Seja participante e pergunte sempre que não souber de algo ou quando não entendeu. Caso não queira interromper o ensaio, pergunte ao final do mesmo.

Não seja um liderado “problema”, aquele que vive faltando, que não tem compromisso com Deus e com o seu líder e faz o que quer. Lembre-se: Deus tudo vê e um dia a “casa cai”.

Bem, ficam aí essas dicas. Espero que a partir de hoje, você tome uma posição, em primeiro lugar com Deus, e depois com o seu líder. Comece agora mesmo a mudar de atitude. Como? Indo ao ensaio!

Vivendo o que cantamos


Certo dia eu cantava uma música do Ministério de Louvor Diante do Trono e instantaneamente meu espírito foi incomodado para prestar bastante atenção ao que eu acabara de declarar: “irei contigo, onde quer que fores meu Senhor, o teu chamado cumprirei na alegria ou na dor [..].” * Devido aos modismos muitas vezes, nós cristãos, temos cantado as músicas simplesmente por cantar. Será que você já se sentiu assim? Entramos na onda e sutilmente ignoramos o que proferimos.

Eu passei por isso! Fui confrontada. Eu pensei, será mesmo que eu irei? Passarei pela dor por Jesus? Nossa boca muitas vezes diz coisas que muitas vezes não estamos preparados para viver ou cumprir. Devemos lembrar que Deus vai nos questionar uma hora ou outra, pois se eu disse que estarei a disposição dele, chegará um momento em que ele vai me convocar. Isso é natural. Deus nos ensina e nos dá capacidade para realizar seus feitos, o que precisamos fazer é sempre estarmos convictos do que queremos e do que vamos fazer. Por isso é tão importante que vivamos o que cantamos e cantemos o que vivemos.

Depois desta situação, nunca mais cantei o que eu não me sentia preparada para fazer. Claro, que se tal atitude não era algo que Deus havia me questionado para fazer, caso contrário o melhor é obedecer sem questionar. Vou tentar ilustrar o que estou tentando expor com um exemplo: Se eu não estou preparada para morrer por Cristo, devo eu abrir a boca e falar para ele que eu estou preparada para ir como missionária para um país em que cristãos são perseguidos e mortos? Mas é claro que não. É isso que estou tentando dizer. Se eu falo tenho que cumprir. E isso serve para todas as coisas em nossa vida. Vivendo e aprendendo.

Isso não é uma tarefa fácil. Muitas vezes pecamos justamente naquilo que pregamos, questionamos ou aconselhamos. Além disso, ainda existe a pressão e as dificuldades mediante uma escolha positiva por Deus e sua vontade.

Que possamos abrir nossos lábios justamente para aquilo que estamos preparados para fazer. Se você se sente capacitado para dizer:“Cumprirei tua visão, cumprirei minha missão, morrerei se preciso for, por amor a ti” *, cante, mas cante com convicção.

Devemos lembrar que somos testados no que falamos. E é importante entender que buscar a Deus e fazer a sua vontade é muito valioso e vale a pena. Deus é maravilhoso e cuida de nós.

Portanto, amados irmãos, que possamos ser bons exemplos quando abrirmos os nossos lábios para proferir o que somos e o que prometemos ser ou fazer. Que Deus realmente possa contar conosco todos os dias de nossas vidas. Lembre-se que tudo aquilo que você se sente incapacitado para fazer é Deus quem vai lhe capacitar. E Deus jamais vai lhe exigir algo que você não poderá cumprir.

Tudo vai depender do que estamos dispostos a fazer por Deus!

Que o Senhor os abençoe cada vez mais!

Trechos de músicas utilizadas




Eis-me aqui / Esperança – DT / Ana Paula Valadão Bessa

Minha Paixão / Livre – Ministério Intimidade

Coração humilde



Coração humilde, gigante derrotado
Uma reflexão baseada em Tiago 4.6-10 e 1 Samuel 17

As pessoas de coração humilde têm um lugar especial no coração de Deus. O próprio mestre disse: “Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus” (Mateus 5.3). Em Tiago 4.6-10, o apóstolo estabelece uma relação entre a humildade, a sujeição a Deus e a resistência ao nosso inimigo. De fato, só podemos nos sujeitar a Deus se formos humildes, e só podemos resistir ao diabo se tivermos humildade suficiente para identificarmos, em nós mesmos, os reflexos das setas que nos foram lançadas por ele.

Ainda no texto de Tiago, é dito que “Deus dá graça aos humildes”. Mas que graça seria esta?
A graça que Deus nos concede é a força para, nos sujeitando a Ele, resistirmos ao inimigo de nossas almas. É graça para, nos chegando a Ele, termos sua presença conosco. É graça para sermos purificados, termos nossos corações limpos, e termos o bálsamo curador derramado sobre nossos corações.

Para isto, precisamos primeiramente nos humilhar diante do Senhor. Quando nos sujeitamos a Ele, podemos resistir ao diabo. E resistir não é fugir. Resistir não é ficar inerte, em apatia. Resistir é se opor, se posicionar contra, avançar em vitória. E não conseguimos nos posicionar contra nada se não reconhecermos que precisamos fazer isso. É aí que entra a humildade. É necessário um coração humilde para reconhecermos nossas próprias falhas, dificuldades e lutas – seja diante de Deus, de outras pessoas ou de nós mesmos. A nossa tendência como seres humanos, é negarmos, minimizarmos, ocultarmos, escondermos, manipularmos, tentarmos resolver da nossa forma, ou mesmo avançarmos, porém na nossa própria força. Essas são atitudes de um coração que ainda não está andando em plena humildade.

No capítulo 17 de 1 Samuel lemos acerca da história do desafio do gigante Golias ao povo de Israel, e como o então jovem Davi, cheio do Senhor, obteve a vitória. Dentro do contexto desta breve meditação, não podemos deixar de notar um detalhe muito interessante, que nos mostra que, quando não nos posicionamos e não resistimos ao inimigo, ele avança em nossa direção. Vejamos:

A atitude nossa de cada dia
“Golias parou e clamou às tropas de Israel e lhes disse: escolhei dentre vós um homem que desça contra mim”. (1 Samuel 17:8. Grifo meu) Este era o desafio diário que Golias, representando o exército dos filisteus, fazia contra o exército de Israel. Este desafio durou quarenta dias, quando então Davi se apresentou. A propósito, Davi fora ungido por Deus mediante o profeta Samuel, pouco tempo antes desse ocorrido. Ele, Davi, tinha um coração humilde (1 Samuel 16:7). Antes, porém, do desfecho desta conhecida história, a Bíblia nos diz o seguinte: “Os israelitas, vendo Golias, fugiam dele, temiam grandemente, e diziam uns aos outros: vistes aquele homem que subiu? Pois subiu para afrontar Israel”. (Grifo meu)

Observe que, inicialmente, Golias desafia um homem para descer contra ele; e como não se achou homem no exército de Israel que aceitasse o desafio, é dito que Golias subiu para afrontar Israel. Em outras palavras, a esta altura Golias estava literalmente “instalado” dentro do espaço do exército de Israel naquela batalha.

É isto que acontece quando não resistimos ao nosso inimigo: ele se instala. Mas há esperança de vencermos os “gigantes” de nossa vida: devemos nos sujeitar ao Senhor e sermos humildes em admitir nossas imperfeições. Davi sabia que ele não podia vencer aquele gigante pela sua própria força. Por isso ele disse: “O Senhor me livrará da mão deste filisteu” (1 Samuel 17.37). E disse ainda a Golias: “Tu vens a mim com espada, lança e escudo; mas eu venho a ti em nome do Senhor dos Exércitos, a quem tens afrontado” (1 Samuel 17.45).

É preciso reconhecer as nossas limitações e a nossa necessidade de cura. É necessário que nos cheguemos a Deus, nos purifiquemos e nos humilhemos na presença dele. Para muitos, a situação está sempre “tudo bem”. Alguns têm muita dificuldade de reconhecer que precisam de oração, de um ombro amigo, de cura ou apenas de alguém para o ouvir. Alguns se acham sempre acima de qualquer situação. Existem pessoas envolvidas em vícios, falta de perdão, lutas de toda a espécie, que jamais se humilham e nunca reconhecem que só se sujeitando ao Senhor é que poderão vencer os gigantes desta vida... Por isso Deus diz, pela sua Palavra, que a graça de resistir ao diabo é para os humildes! Esta graça está disponível a todos, mas será concedida apenas para aqueles que tiverem o coração tão humilde, a ponto de chamar o pecado pelo nome, não mentir para si mesmos, não se auto-justificarem e nem tampouco tentar se ocultar do Senhor. Esta graça é para aqueles que simplesmente reconhecerem: “Pai, eis aí o meu gigante... E eu preciso do Senhor”.

Que nesta hora nos sintamos fortalecidos pelo Espírito Santo a nos posicionarmos contra o nosso inimigo. Que nos sintamos encorajados a sermos “praticantes da palavra e não somente ouvintes” (Tiago 1.22) e a “confessarmos os nossos pecados uns aos outros para sermos curados” (Tiago 5.16). Que não nos enganemos a nós mesmos, tentando camuflar diante de Deus nossas culpas, dificuldades e lutas, mas simplesmente reconheçamos humildemente que, sem Ele, nada somos e nada podemos fazer; e que, portanto, precisamos desesperadamente de sua presença e auxílio em nossas vidas. Que tenhamos um coração humilde diante de Deus, de nós mesmos e das pessoas que nos cercam, e assim veremos nossos gigantes caírem por terra e serem derrotados pelo Senhor.

Música do coração

Louvor e Adoração
Música do coração


Deus não quer uma bela voz, um belo espetáculo, uma bela apresentação, ou um belo toque instrumental, ele quer ouvir o seu coração...


Quando digo que Deus não se importa com as vozes e a apresentação de um grupo evangélico ou de um ministério de louvor de uma igreja, não quer dizer que não é necessário existir a qualidade vocal e instrumental. É claro que é necessário existir a qualidade ou a musicalidade, porém ela não é o “espírito da coisa”.


A igreja tem que se sentir confortável para que possa, então, se derramar na presença de Deus. Se um guitarrista toca num tom, o tecladista no outro, o baterista nem sabe em que parte da música estão, e os vocalistas gritam para ver qual a voz que sai melhor no retorno, é claro que isso vai gerar um verdadeiro barulho, por melhor que seja a intenção de cada um deles. Então, ministros de louvor, tanto instrumentistas quanto vocalistas, estudem realmente a música e façam o melhor; sejam excelentes no ato de entoar os cânticos a Deus.


Mas como eu já disse, o tocar não é o que importa para Deus. Ele, na realidade, quer saber o que anda “tocando” em seu coração. São as baladas, são as palavras torpes, são os desejos carnais, são as vontades do seu eu, enfim, é seu coração? Ou será que é a Palavra de Deus, a obra de Deus, os anseios do Senhor para seus filhos?


A música que seu coração tem tocado quando não está na igreja, quando está longe dos que cultuam o mesmo Deus que você (que é o único digno de todo louvor e culto) é a mesma que toca perante os cristãos? Essa é a questão principal.


Acima de tudo e todos deve estar o Senhor. Ele deve ser entronizado em sua vida, pois está escrito: Louvai-o, todos os seus anjos; louvai-o, todos os seus exércitos. (Salmos 148.2). E, não só eu, mas, também, o Senhor, consideramos você, levita, um soldado do exército de Deus; para tanto, deve agir como um soldado. Sendo fiel, correto, justo e forte (nesse caso em espírito).


A Palavra de Deus é muito clara no que diz respeito àqueles que o adoram apenas com os lábios: Este povo se aproxima de mim com a sua boca e me honra com os seus lábios, mas o seu coração está longe de mim. (Mateus 15.8). Mas também é clara quanto aos que o adoram de todo coração: O que ama a pureza de coração, e é amável de lábios, será amigo do rei. (Provérbios 22.11).


Aí fica a pergunta: Qual o desejo maior do seu coração? Será que é estar longe de Deus ou ser amigo do Rei?


Louve-o de todo seu coração, alma e corpo...

Fotos Brasilia(celebraçoes 2008)