
Categorias Devocional, Dicas, Mensagem
Love Is Not A Fight - Tema do Filme A Prova de fogo - Legendado - PT (Fireproof)
DICA DE FILME - PROVA DE FOGO
Essa é a terceira produção da igreja batista americana Sherwood, debaixo da já consagrada “Sherwood Filmes” dos mesmos produtores de A Virada e Desafiando Gigantes. É fato. Com inteligente e discernimento dos diferentes públicos que irá atingir, a produtora está acertando a mão cada vez mais ao tratar de assuntos com princípios cristãos de forma respeitável e não unilateral. Sua narrativa respeita o publico e não empurra preceitos como certos ou errados, mas os apresenta como passíveis de analise. E a formula funciona!
“Prova de Fogo” conta a história do bombeiro Caleb que acredita ser um marido perfeito e completo por já fazer um trabalho nobre. Mas o que mostra o filme é que esse mérito não tira suas responsabilidades de se fazer presente também em seu casamento que vai de mal a pior. Seu pai então o apresenta a um livro, escrito a mão, chamado Desafio do Amor que dá instruções passo a passo para salvar seu relacionamento.
O filme não é um “salva-casamentos” como prometem os bons marqueteiros da produção, mas com certeza – além de inspirar a uma vida a dois melhor – ele pode dar uma alternativa real para casais que queiram viver em harmonia e mais felizes. Vale a pena! No site oficial do filme você pode ver o trailler e comprar o livro:
http://www.provadefogoofilme.com.br/
No livro “Seguindo a Inspiração de Deus”, o Bispo Rodovalho descreve que Deus criou o homem para viver em plenitude. No entanto, afirma que as pessoas estão prontas para entrar na plenitude quando aprendem a conquistar.
“Seguindo a Inspiração de Deus” pontua que é necessário valorizar e vencer as pequenas coisas para alcançar novos patamares de unção derramados por Deus. No decorrer da leitura visualizamos de uma forma bem concisa que Deus não precisa da força humana para fazer milagres e sim da confiança intrínseca do ser humano que O busca.
Você pode adquirir esse livro na Livraria Sara Brasil, Embaixada SNT - Setor Sudoeste - Brasília DF. Através do telefone: (61) 3535 9000, de segunda a sexta-feira, das 9 às 18 horas. O pedido também pode ser feito por e-mail: vendas@sarabrasil.com.br
www.saranossaterra.com.br
Categorias Dicas, Livros, Mensagens do Bispo

Bpa. Lúcia Rodovalho
Nesta palavra, a Bispa Lúcia Rodovalho com base no texto de Lucas 17, conta a história bíblica da cura dos dez leprosos por Jesus. No entanto, ressalta que entre os dez que receberam a cura apenas um voltou para agradecê-lo. Com isso, a Bispa faz uma analogia e ressalta que hoje muitas pessoas chegam na igreja destruídas pelas contaminações do mundo. Contudo, quando muitas destas pessoas recebem a cura, e assim como os nove leprosos, não agradecem e voltam infelizmente ao estilo de vida antigo.
A lepra que aquelas pessoas carregavam não era apenas no corpo delas, estava também no coração. Uma das coisas que é resultado da lepra é insensibilidade. Ao fazer uma analogia, vemos que estas pessoas estão mais preocupadas em agradar a si mesmas que fazer a vontade de Deus. Jesus podia ensinar os dez leprosos como começar uma nova vida.
Não deixe que a insensibilidade da lepra roube as bênçãos de Deus em sua vida. O samaritano venceu a insensibilidade da lepra com a gratidão.
Categorias Dicas, Mensagem, Mensagens da Bispa
2- Nunca preparar a ministração - Devemos ter habilidade para improvisar, porém, isso não deve ser a regra. - Quando o ministro não faz a “lição de casa” acaba ficando fácil perceber, não há seqüência coerente nos cânticos, há erros nos acordes e na seqüência da música cantada, não há expressão, há insegurança, etc. - Os que ministram de improviso, demonstram não levar a sério o lugar que ocupam na obra de Deus (Jr 48:10). O Espírito Santo não tem compromisso com ociosos, preguiçosos e displicentes. - Já avaliamos o preço que muitos pagam para estar no culto para participarem da adoração a Deus? Façamos o melhor para o Senhor!
3- Atrasar nos compromissos sem dar satisfação - O músico maduro tem conhecimento das suas responsabilidades e procura cumpri-las à risca. Portanto, seja responsável e chegue aos horários marcados! Se houver problemas ou dificuldades, comunique-se com sua liderança. - Quando não damos satisfação sobre nosso atraso estamos agindo com irresponsabilidade, e em outras palavras, estamos dizendo “isso não é importante pra mim!”.
4- Não aceitar as críticas - Quem não aceita críticas, acaba caindo na mediocridade e se torna um ministro sempre nivelado por baixo. As críticas servem para não deixar que caiamos no conformismo e paremos de crescer. - Devemos receber as críticas com um espírito humilde e disposto a aprender. Quem não é ensinável e não gosta ser contrariado, não pode atuar em nenhum ministério na igreja.
5- Começar a ministração sem introdução e falar sobre verdades sem nenhuma demonstração de amor - Não seja “juiz” das pessoas. - Mostre a graça de Deus e o amor. - Não seja grosseiro e indelicado. - Seja amável e educado. A introdução pode determinar o sucesso de toda a ministração. Esse primeiro contato é “chave” para uma ministração abençoada e abençoadora. - Uma boa introdução cativa a atenção das pessoas, desarma as mentes e prepara o caminho para compreensão e recepção da ministração. - Uma boa ministração precisa ter um começo, meio e fim. - Não seja muito prolixo e cansativo na introdução. Deve ser o suficiente para abrir a porta das mentes a fim de que as pessoas recebam aquilo que Deus tem reservado para cada uma delas.
6- Utilizar o púlpito para desabafar - Uma mente cansada não produz com qualidade e o estresse pode levar a pessoa a falar o certo, mas no lugar errado. Púlpito não é lugar para desabafos, é lugar para profecia! - Tratemos a igreja do Senhor de forma respeitosa (I Pe 5:2-4).
7- Gritaria - Não confunda “gritaria” com unção, autoridade e poder. Muitos por não terem o equilíbrio e sensibilidade, tornam-se ministros irritantes, exagerados e em alguns casos, quase insuportáveis. - Quem fala deve respeitar a sensibilidade e boa vontade dos que ouvem (I Co 14:40). - Não é gritando que se alcança o coração das pessoas, mas sim, com unção, habilidade na comunicação e criatividade. - Há ministros que cantam e falam tão alto e agressivamente, que deixam a impressão de que estão irados com o público. Quem sabe usar de forma inteligente sua voz e os equipamentos de som disponíveis, com certeza alcançará grandes resultados.
8- Expor os músicos, dirigentes ou técnicos durante a ministração - Por vezes, alguns cometem erros durante a ministração, logo os outros músicos percebem e começam a rir, ou surgem olhares de reprovação, expondo diante de todos, aquele que errou. - Devemos ser discretos, e quando errarmos, encararmos com naturalidade, sem expor nossos companheiros, porque apesar de estar na frente da congregação, estamos diante do Senhor, ministrando à Ele, e Ele sabe como e quem somos. - Muitos estão magoados e chateados por terem sido expostos na frente dos outros. Tenhamos uma atitude de amor e respeito uns para com os outros.
9- Tocar, cantar ou dançar com outros ministros sem ser convidado - Se algum ministro de outra congregação for convidado para ministrar em sua igreja, não suba no púlpito para ministrar sem ter sido chamado e convidado. Isto é falta de educação. Não seja mal educado! - Muitos, por falta de educação e sensibilidade acabam atrapalhando a ministração daqueles ministros que foram convidados no culto.
10- Usar muitas ilustrações e dinâmicas durante a ministração - Muitos querem “pregar” durante o louvor. O exagero de histórias, testemunhos, dinâmicas e ilustrações durante os cânticos, comprometem a essência e o propósito da ministração. Ministre cantando! Flua! - Cuidado com manipulações! Não devemos tratar o público como “macacos de auditório”. Não peça para o público repetir frases feitas o tempo todo, gestos o tempo todo, além de se tornar algo cansativo, o ministro pode cair no ridículo diante do público. - Evite deixar “brancos” entre um cântico e outro; para isso é indispensável desenvolver um bom entrosamento com os músicos, combinar sinais, etc.
11- Contar histórias ou piadas fora de hora - Algumas histórias ou piadas, nunca deveriam ser contadas no púlpito da igreja. Não vulgarize o púlpito. Muitos querendo ser descontraídos acabam se tornando desagradáveis, fazendo colocações em momentos inapropriados, e por vezes dizem coisas com duplo sentido. - Púlpito é lugar de profecia e não palco para piadas. Fomos chamados para ser profetas e não humoristas.
12- Ministrar o tempo todo com os olhos fechados ou olhar só para uma direção - É importante olhar para as pessoas. Os olhos têm um poder impressionante de captar e transmitir mensagens não verbais. - É importante transmitir amor, alegria e paz através do nosso olhar. Através de um olhar podemos abençoar as pessoas. Os que fecham os olhos ao ministrar, nunca vão saber avaliar seus ouvintes, lendo suas expressões faciais. - Para alcançar a atenção de todos, é necessário olhar em todas as direções. Olhar só para uma direção pode transparecer que as pessoas não são importantes, ou que não precisam participar daquele momento de ministração. - Estamos diante de Deus, mas também estamos diante do público. Estamos ministrando a Deus, mas também sendo instrumentos para abençoar a congregação.
13- Exagerar nos improvisos - A disciplina e a maturidade musical é algo que todo músico deve buscar. Precisamos entender que pausa também é música. - Acompanhar um cântico antes de tudo, é uma prática de humildade e sensibilidade. Nas igrejas, geralmente, os instrumentistas e cantores querem mostrar sua técnica na hora errada. O correto é usar poucas notas, não saturar a harmonia, inserir frases nos espaços melódicos apenas, e o baterista conduzir. Economize informações musicais! - Instrumental: Procure tocar o que o arranjo está pedindo, sem se exceder. Todo músico deve aprender a se “mixar” no grupo, aprender a ouvir os outros instrumentos, afinal, é um conjunto musical. - Vocal: Procure cantar a melodia, fazendo abertura de vozes e improvisando apenas em momentos específicos, criando assim, expectativa. Muitas vezes a congregação não consegue aprender a melodia da música por causa do excesso de improvisos dos dirigentes e cantores. - Avalie o que está tocando e entenda que o trabalho é em equipe, e não apresentação de seu cd solo. - Procure gravar as ministrações, para que seja feita uma avaliação e as correções necessárias. - Tocar e cantar de forma madura e eficiente requer disciplina, auto-análise e constante aprendizado.
14- Não ter expressão durante a ministração dos cânticos - Não seja um “alienígena” em cima do púlpito. Participe de todos os momentos! - A entonação da voz também é importante. Não combina, por exemplo, falar sobre alegria com uma entonação e um semblante triste e melancólico. Você pode contagiar o público através da sua expressão e entonação de voz.
15- Comunicação inadequada ao tipo de público - Ser sensível ao tipo de público que estamos ministrando e utilizar uma linguagem adequada. A dinâmica de um culto congregacional é diferente, por exemplo, de uma reunião de jovens, ou crianças, evangelismo, etc. Não trate um público maduro, por exemplo, utilizando uma linguagem de criança e vice-versa. - Cuidado com erros de português, vícios de palavras e gírias. Não precisa ser formal, seja natural, sempre observando o público que você está ministrando.
16- Vestimenta inadequada - Sua vestimenta deve ser coerente ao tipo de ambiente e reunião que você estará ministrando. - Cuidado com vestimenta inadequada, tipo roupa justa, cores chamativas, etc. - Esteja atento a sua aparência – cabelos penteados, dentes escovados, maquiagem leve, usar desodorante, perfume, etc. Lembre-se que o púlpito é uma vitrine. Quem está ministrando passa a ser alvo de observação em todos os sentidos.
17- Cantar cânticos com o qual não está familiarizado - Não conhece o cântico, não cante! Não sabe tocar o cântico, não toque! - Para ganhar confiança do auditório, é preciso demonstrar convicção e certeza sobre o que está ministrando. Conhecer bem e ter domínio do cântico ministrado, é imprescindível para que o ministro atinja seu objetivo.
18- Cantar fora da tessitura vocal - A escolha do tom de uma música depende do canto; este deve ser dentro da tessitura vocal e confortável para ela. Mesmo que o tom escolhido não seja o mais confortável para o instrumentista ele deve executá-lo. Na música onde há o canto, a ênfase é para a mensagem, portanto, não deve ser interferida por outros elementos. - Muitas músicas que ministramos na igreja não fluem como poderiam, por causa da escolha errada da tonalidade. Por vezes, o tom é muito alto e as pessoas não conseguem cantar. - O tom pode influenciar na sonoridade da música vocal com acompanhamento, bem como causar danos nas cordas vocais.
19- Elaborar um repertório inapropriado ao tipo de reunião - Elabore um repertório adequado ao tipo de reunião. Por exemplo: reunião de jovens, evangelismo, santa ceia, etc; o repertório de um culto dominical é diferente de um lançamento de um cd por exemplo. - Elabore uma seqüência lógica no repertório, ou seja, músicas de celebração, músicas de adoração, músicas de comunhão, etc. A ministração é como um “vôo de avião”, tem um destino.
20- Cantar muitas músicas num período curto de ministração - Elabore um repertório adequado ao tempo de duração do louvor (conferir com o pastor). - Dependendo do tempo dado a ministração, não será necessário uma lista extensa de músicas. Esteja atento à maneira como o louvor está transcorrendo e explore um determinado cântico quando perceber que está fluindo profeticamente. - Muitos exageram no tempo da ministração dos cânticos e passam do horário estipulado, atrapalhando assim, o andamento da reunião. Muitos não se importam se estão agradando ou não. Quando excedemos os limites, podemos cansar o auditório, não atingir os objetivos definidos e forçar a reunião a terminar fora do horário.
21- Ensinar muitas canções num período de ministração - Para que haja participação do público, procure ensinar durante a ministração, um ou dois cânticos. Procure repetí-los para que todos guardem bem a letra e melodia. - Quando se ensina muitas músicas num período de louvor, o público não consegue assimilar as canções, causando uma dispersão.
22- Cantar sempre as mesmas músicas nas ministrações - A Bíblia nos estimula a cantarmos um cântico novo (Sl 96:1). Porque cantar um cântico novo? Para cantar com o coração e não apenas com a mente. Cantar o mesmo cântico em todos os cultos pode se tornar cansativo e enfadonho, e as pessoas acabam cantando apenas com a mente. - Cometemos um grande erro quando nunca reciclamos o nosso repertório. Reciclar, significa, “atualizar-se para obter melhores rendimentos”. Os ministros devem sempre estar atualizados, escutando boas músicas, consultando a internet, etc.
23- Cantar canções sem a direção do Espírito Santo - É o Senhor que sabe qual é o cântico certo para a hora certa. - Devemos tomar cuidado para não cantarmos cânticos que nos identificamos sem ouvirmos o Espírito Santo (I Co 14:8). Muitos só querem cantar cânticos que se identificam apenas atrapalhando assim, o fluir da reunião. Estejamos atentos e sensíveis a voz do Espírito Santo.
24- Não avaliar o conteúdo dos cânticos ministrados - Muitos estão ensinando canções para a igreja que estão na “moda”, mas que não possuem um conteúdo bíblico correto. Devemos avaliar biblicamente o que estamos ensinando e cantando dentro de nossas igrejas. - Cantemos cânticos teologicamente corretos - Cantemos a Palavra de Deus! A Bíblia é o “hinário” de Deus. Quem canta a Palavra de Deus, amanhã não vai precisar pedir desculpas pelo que ensinou.
25- Imitar outros ministros - Cada um de nós tem características diferentes. Deus nos fez assim! Deus quer nos usar do jeito que somos, com os dons, talentos e as características que Ele nos deu. - Muitos caem no ridículo quando imitam trejeitos, frases, modo de cantar de outros ministros, etc. - Cuidado com palavras da “moda”, tipo: “shekiná”, “nuvem de glória”, “trazer a arca”, “chuva”, “noiva”, “abraça-me”; ou então, expressões com duplo sentido, “quero deitar no seu colo”, “quero te beijar”, “quero ter um romance contigo”, “quando Deus penetrou em mim, eu fiquei feliz”, “Quero cavalgar contigo”, etc. - Não quero ser radical e dizer que há problemas em utilizar estas expressões. Porém devemos refletir o que temos cantado em nossas igrejas. Muitos cantam e compõem canções enfatizando essas expressões, muitas vezes sem saber o significado e sem nenhum propósito, fazem isso apenas por ser uma expressão do “momento”, ou para dar uma idéia de “intimidade” com Deus, tornando-se infelizes nas colocações das palavras, até mesmo com um duplo sentido. Cuidado, intimidade sem reverência vira desrespeito! - É verdade que Deus nos convida para sermos seus amigos, mas cabe a nós dar a glória devida ao Seu nome! Ele é nosso amigo, mas é nosso Deus! Não devemos tratar Deus como nosso “coleguinha de escola”. Cuidado para que, em nome da “intimidade”, você não perca o respeito e temor a Deus. (Exemplo: A visão de Isaías no cap. 6 – “Ai de mim…”)
26- Deixar o auditório em pé por muito tempo - Não canse o povo! Ficar em pé 30 minutos é uma coisa, e outra coisa é ficar em pé 50 minutos. Esteja sensível ao ambiente. - Um público jovem consegue permanecer em pé por mais tempo, mas um público mais velho acaba se cansando mais rápido. Não há nenhum problema em adorarmos a Deus sentado.
27- Deixar de participar de outros momentos do culto - Muitos músicos são irresponsáveis e acabam comprometendo o andamento do culto. Participam apenas do momento dos cânticos, mas logo após saem do culto para fazerem outras coisas: conversar com amigos, comer, namorar, etc. - Temos uma grande responsabilidade do culto que está em nossas mãos, por isso não podemos nos dar ao luxo de termos atitudes egoístas, infantis e irresponsáveis (I Co 3:1-2). Lembre-se: somos ministros de Deus!
28- Não ter um mínimo preparo para atuar na equipe de som - É importante estudar e conhecer os equipamentos de som para poder utilizá-los da melhor maneira, evitando também danos nos equipamentos por causa do seu uso inadequado. Existem muitos “curiosos” atuando nesta área. - Cuidado com o volume dos instrumentos para não saturar o ambiente e provocar incômodo aos ouvintes. - Lembre-se que o volume das vozes deve ser maior em relação aos instrumentos para que as pessoas entendam o que está sendo falado ou cantado. - Sua participação no culto é fundamental. Fique atento! Não fique “viajando”. Concentração total! - Seja amável e educado quando as pessoas vierem te falar ou orientar algo relacionado ao som. - Não atrapalhe a ministração. Quando surgir algum problema, seja discreto para poder solucioná-lo. - Depois de mixado os volumes, não há mais necessidade de ficar mexendo na mesa de som. Portanto, não mexa, pois isso atrapalha o bom andamento da ministração. - Cuide dos equipamentos e seja zeloso pelas coisas de Deus.
29- Não ter um mínimo preparo para atuar na equipe de dança - Muitos são bem intencionados, mas não possuem o preparo suficiente para dançar. - Expressão: é importante a expressão facial e corporal, e deve ser condizente com a música que está sendo ministrada. - Roupas: é importante ser prudente e discreto para que não venha causar polêmica e escândalo dentro da igreja. Tomar cuidado para não tornar a dança algo sensual. - Técnica e estilo: Todos devem conhecer os vários estilos (balé, street dance, etc), lembrando que cada estilo deve ser coerente ao tipo de música. O sincronismo entre o grupo é um fator muito importante.
30- Atuar no ministério por obrigação e sem alegria - Quando realizamos a obra de Deus por obrigação não há alegria, mas se torna peso. Você gosta quando alguém vai fazer algo para você por obrigação? Será que Deus gosta quando vamos serví-lo por obrigação? Com certeza, isso não agrada a Deus. - Se a obra do Senhor tem sido um fardo para nós ou estamos realizando o serviço por obrigação, então é melhor deixarmos o ministério. - O nosso serviço deve ser com alegria – “Servi ao Senhor com alegria…” (Sl 100:2). - Valorize o ministério! Valorize esse instrumento poderoso para a edificação da igreja e veículo de evangelização. Você foi escolhido por Deus, portanto, leve a sério o ministério!
Categorias Dicas, Levitas, Ministérios
Categorias Dicas, Testemunho, Videos
Livro: AdoremosAutor: Marcos Witt
Sinopse: A Bíblia nos ensina que podemos expressar nossa adoração a Deus de várias formas: Através da oração, do louvor, dos cânticos, das ações de graças, sempre com muito júbilo e gratidão no coração. Nas será que a nossa adoração agrada a Deus? Temos sido adoradores que o adoram "Em espírito e em verdade"? Como podemos ser esse tipo de adorar de adorador pelo qual Deus tanto anela? Marcos Witt, músico, cantor e Ministro de Louvor, compartilha conosco suas experiências e apresenta-nos as chaves que podem trazer uma verdadeira revolução à nossa vida espiritual e ao nosso relacionamento com Deus, descubra uma nova visão da adoração que ajudará você a compreender que adorar é muito mais do que uma forma de expressão ao Senhor - É um estilo de vida!
Autor: Kenneth E. Hagin
Descrição: No prefácio do seu livro Compreendento a Unção, o Rev. Kenneth E. Hagin escreve: "Gostaríamos de ter tido, na época em que começei o ministério há 49 anos, as matérias que existem à disposição hoje em dia. Nossos ministérios e nossas vidas teriam sido diferentes. E por essa razão que quero compartilhar com outros pastores - especialmente com os pastores jovens - aquilo que custou a alguns de nós 40 ou 50 anos para aprender. Tenho no meu espírito muita coisa a respeito para compartilhar com você". O Rev. Hagin dividui o seu livro em três secções. Na primeira, considera a unção individual que todos os crentes têm no Novo Nascimento - unção esta que fica mais profunda quando forem batizados no Espírito Santo. Na segunda secção, O Rev. Hagin nota que existe uma unção sobre os dons do ministério, e na terceira secção trata de uma unção ainda mais forte, a unção colectiva. O Rev. Hagin encaixou pepitas ricas de verdade em Compreendendo a Unção, um livro que todos os estudiosos sérios da Palavra descobrirão ser leitura "obrigatória" para compreender o poderoso avanço de Deus que está para varrer o mundo inteiro.
Livro: Os Caçadores de DeusAutor: Tommy Tenney
Descrição: O que é um caçador de Deus? Caçador de Deus é o indivíduo cuja fome excede sua capacidade de saciá-la. É aquele que busca o Senhor incansávelmente, que é impulsionado pela paixão de ter uma intimidade cada vez maior com Ele. Essas trilhas apaixonadas dos 'Caçadores de Deus' podem ser traçadas desde Moisés, Davi, Jó, Paulo e também por você. Jesus é alvo e desejo insaciáveis; sua presença, seu poder, seu amor, sua graça; estã acima de todos os outros desejos. Inclua seu nome nessa lista. Torne-se também um 'Caçador de Deus'.
Obs: Livros Indicados pela Pastora Oneide Romera da Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra - CPA

Trazendo a Arca - Marca da Promessa
1. Celebre
2. Na corte do Egito
3. Não Vou Desistir
4. Marca da Promessa
5. Desperta-me
6. Sobre as Águas
7. Dizem
8. Muda-me
9. Marca da Promessa (Bonus-Track)
Download: Aqui
Dúvidas de como baixar, clique Aqui
Trazendo a Arca - Marca da Promessa (Playback)
Download: Aqui
Dúvidas de como baixar, clique Aqui

Nascido na Irlanda, David Quinlan junto com a sua família veio para o Brasil depois que o seu Pai, que era um grande líder Católico no país, se converteu ao Protestantismo e sofreu perseguição por parte das "autoridades eclesiasticas Católicas". David Quinlan foi um dos percussores do movimento conhecido como adoração, tendo apoio do casal de missionários carismáticos norte-americanos, Dan e Marti Duke. O vocalista e violenista gravou várias versões dos líderes de louvor dos Estados Unidos e Austrália.
Veja um pedaço do show com a música Abraça-me:

Sofisticado sistema de ensino, focado no ensino de música gospel, desenvolvido para pessoas que buscam um "atalho" no seu aprendizado. O Método consiste em 27 lições desenvolvidas para que no término das mesmas, o aluno consiga reconhecer e formar acordes, principalmente executá-los com destreza, graças a modernas técnicas inéditas no Brasil de cromatismo desenvolvidas para dar agilidade aos dedos, sendo assim obtendo resultados satisfatórios em um curto período de tempo.Isso tudo independe da sua idade. Esse curso foi desenvolvido para todos aqueles que realmente desejam aprender a tocar violão de um jeito simples e divertido!
Nome do livro: Toque Violão em 7 dias
Nome do Autor: Prive Cursos
Gênero: Gospel - Tutorial
Ano de Lançamento: 2008
Editora: Prive Cursos
Nº de páginas: 30
Tamanho: 5,5 Mb
Formato: Pdf
Idioma: Português
Download: Aqui





















