Sejam Bem-Vindos ao nosso site! Temos como objetivo: divulgar as atividades desenvolvidas pela Arena Jov - Guerreiros, estedendo as células e a toda Igreja, mostrar quem somos, quais os nossos propósitos e, levar acima de tudo o Evangelho de Jesus Cristo a todos os povos e nações da Terra (Marcos 16:15). Convidamos você também, a fazer parte da nossa Igreja, da Família de Deus! Entre em contato, cadastre-se no site e fique atualizado, participe dos nossos projetos, envie pedidos de músicas, oração, mande recados, sugestões ou dúvidas que retornaremos em breve! "É em Cristo que descobrimos quem somos, e o propósito de nossa vida. Muito antes de termos ouvido falar de Deus [... ] ele já tinha seus olhos sobre nós, já havia planejado para nós uma vida gloriosa, parte do projeto global que ele está elaborando para tudo e para todos" (Efésios 1.11 - Msg). "... Jovens eu vos escrevo, porque tendes vencido o maligno... Jovens, eu vos escrevi, porque sois fortes, e a palavra de Deus permanece em vós, e tendes vencido o maligno" (I João 2:13,14 ú.p). "E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra" (II Crônicas 7:14). "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" (João 3:16). "Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo"(II Coritios 5:17). "Tudo posso naquele que me fortalece" (Fil 4:13). "O Senhor é o meu Pastor; nada me faltará" (Salmos 23:1).



30 ERROS QUE UM MINISTRO DE LOUVOR NÃO PODE COMETER…



1- Não se preparar musicalmente e espiritualmente para a ministração - Devemos nos apresentar como obreiros aprovados (II Tm 2:15). A) Aspecto espiritual - É necessário oração e leitura bíblica diariamente. A base de todo ministério é a oração e meditação. O que se pode esperar de alguém que não medita e não ora? A.W.Tozer disse: “Nunca ouça um homem que não ouve a Deus”. - Um ministro que não ora e não medita, deixa de ser um homem de Deus para ser um profissional do púlpito. - Se desejamos ter um ministério mais ungido precisamos entender que o endereço da unção está no altar. B) Aspecto musical - É preciso realizar ensaios para que haja entrosamento. - Tenha uma lista definida dos cânticos; quando forem novos, providencie cifras. - É necessário concentração total durante os ensaios, evitando distrações, brincadeiras e conversas paralelas. - Estar atento às orientações, arranjos, rítmica, andamento, métricas, etc. - Estude música. Muitas vezes a congregação “suporta” em amor a falta de técnica e afinação mínima dos que tocam e cantam.

2- Nunca preparar a ministração - Devemos ter habilidade para improvisar, porém, isso não deve ser a regra. - Quando o ministro não faz a “lição de casa” acaba ficando fácil perceber, não há seqüência coerente nos cânticos, há erros nos acordes e na seqüência da música cantada, não há expressão, há insegurança, etc. - Os que ministram de improviso, demonstram não levar a sério o lugar que ocupam na obra de Deus (Jr 48:10). O Espírito Santo não tem compromisso com ociosos, preguiçosos e displicentes. - Já avaliamos o preço que muitos pagam para estar no culto para participarem da adoração a Deus? Façamos o melhor para o Senhor!

3- Atrasar nos compromissos sem dar satisfação - O músico maduro tem conhecimento das suas responsabilidades e procura cumpri-las à risca. Portanto, seja responsável e chegue aos horários marcados! Se houver problemas ou dificuldades, comunique-se com sua liderança. - Quando não damos satisfação sobre nosso atraso estamos agindo com irresponsabilidade, e em outras palavras, estamos dizendo “isso não é importante pra mim!”.

4- Não aceitar as críticas - Quem não aceita críticas, acaba caindo na mediocridade e se torna um ministro sempre nivelado por baixo. As críticas servem para não deixar que caiamos no conformismo e paremos de crescer. - Devemos receber as críticas com um espírito humilde e disposto a aprender. Quem não é ensinável e não gosta ser contrariado, não pode atuar em nenhum ministério na igreja.

5- Começar a ministração sem introdução e falar sobre verdades sem nenhuma demonstração de amor - Não seja “juiz” das pessoas. - Mostre a graça de Deus e o amor. - Não seja grosseiro e indelicado. - Seja amável e educado. A introdução pode determinar o sucesso de toda a ministração. Esse primeiro contato é “chave” para uma ministração abençoada e abençoadora. - Uma boa introdução cativa a atenção das pessoas, desarma as mentes e prepara o caminho para compreensão e recepção da ministração. - Uma boa ministração precisa ter um começo, meio e fim. - Não seja muito prolixo e cansativo na introdução. Deve ser o suficiente para abrir a porta das mentes a fim de que as pessoas recebam aquilo que Deus tem reservado para cada uma delas.

6- Utilizar o púlpito para desabafar - Uma mente cansada não produz com qualidade e o estresse pode levar a pessoa a falar o certo, mas no lugar errado. Púlpito não é lugar para desabafos, é lugar para profecia! - Tratemos a igreja do Senhor de forma respeitosa (I Pe 5:2-4).

7- Gritaria - Não confunda “gritaria” com unção, autoridade e poder. Muitos por não terem o equilíbrio e sensibilidade, tornam-se ministros irritantes, exagerados e em alguns casos, quase insuportáveis. - Quem fala deve respeitar a sensibilidade e boa vontade dos que ouvem (I Co 14:40). - Não é gritando que se alcança o coração das pessoas, mas sim, com unção, habilidade na comunicação e criatividade. - Há ministros que cantam e falam tão alto e agressivamente, que deixam a impressão de que estão irados com o público. Quem sabe usar de forma inteligente sua voz e os equipamentos de som disponíveis, com certeza alcançará grandes resultados.

8- Expor os músicos, dirigentes ou técnicos durante a ministração - Por vezes, alguns cometem erros durante a ministração, logo os outros músicos percebem e começam a rir, ou surgem olhares de reprovação, expondo diante de todos, aquele que errou. - Devemos ser discretos, e quando errarmos, encararmos com naturalidade, sem expor nossos companheiros, porque apesar de estar na frente da congregação, estamos diante do Senhor, ministrando à Ele, e Ele sabe como e quem somos. - Muitos estão magoados e chateados por terem sido expostos na frente dos outros. Tenhamos uma atitude de amor e respeito uns para com os outros.

9- Tocar, cantar ou dançar com outros ministros sem ser convidado - Se algum ministro de outra congregação for convidado para ministrar em sua igreja, não suba no púlpito para ministrar sem ter sido chamado e convidado. Isto é falta de educação. Não seja mal educado! - Muitos, por falta de educação e sensibilidade acabam atrapalhando a ministração daqueles ministros que foram convidados no culto.

10- Usar muitas ilustrações e dinâmicas durante a ministração - Muitos querem “pregar” durante o louvor. O exagero de histórias, testemunhos, dinâmicas e ilustrações durante os cânticos, comprometem a essência e o propósito da ministração. Ministre cantando! Flua! - Cuidado com manipulações! Não devemos tratar o público como “macacos de auditório”. Não peça para o público repetir frases feitas o tempo todo, gestos o tempo todo, além de se tornar algo cansativo, o ministro pode cair no ridículo diante do público. - Evite deixar “brancos” entre um cântico e outro; para isso é indispensável desenvolver um bom entrosamento com os músicos, combinar sinais, etc.

11- Contar histórias ou piadas fora de hora - Algumas histórias ou piadas, nunca deveriam ser contadas no púlpito da igreja. Não vulgarize o púlpito. Muitos querendo ser descontraídos acabam se tornando desagradáveis, fazendo colocações em momentos inapropriados, e por vezes dizem coisas com duplo sentido. - Púlpito é lugar de profecia e não palco para piadas. Fomos chamados para ser profetas e não humoristas.

12- Ministrar o tempo todo com os olhos fechados ou olhar só para uma direção - É importante olhar para as pessoas. Os olhos têm um poder impressionante de captar e transmitir mensagens não verbais. - É importante transmitir amor, alegria e paz através do nosso olhar. Através de um olhar podemos abençoar as pessoas. Os que fecham os olhos ao ministrar, nunca vão saber avaliar seus ouvintes, lendo suas expressões faciais. - Para alcançar a atenção de todos, é necessário olhar em todas as direções. Olhar só para uma direção pode transparecer que as pessoas não são importantes, ou que não precisam participar daquele momento de ministração. - Estamos diante de Deus, mas também estamos diante do público. Estamos ministrando a Deus, mas também sendo instrumentos para abençoar a congregação.

13- Exagerar nos improvisos - A disciplina e a maturidade musical é algo que todo músico deve buscar. Precisamos entender que pausa também é música. - Acompanhar um cântico antes de tudo, é uma prática de humildade e sensibilidade. Nas igrejas, geralmente, os instrumentistas e cantores querem mostrar sua técnica na hora errada. O correto é usar poucas notas, não saturar a harmonia, inserir frases nos espaços melódicos apenas, e o baterista conduzir. Economize informações musicais! - Instrumental: Procure tocar o que o arranjo está pedindo, sem se exceder. Todo músico deve aprender a se “mixar” no grupo, aprender a ouvir os outros instrumentos, afinal, é um conjunto musical. - Vocal: Procure cantar a melodia, fazendo abertura de vozes e improvisando apenas em momentos específicos, criando assim, expectativa. Muitas vezes a congregação não consegue aprender a melodia da música por causa do excesso de improvisos dos dirigentes e cantores. - Avalie o que está tocando e entenda que o trabalho é em equipe, e não apresentação de seu cd solo. - Procure gravar as ministrações, para que seja feita uma avaliação e as correções necessárias. - Tocar e cantar de forma madura e eficiente requer disciplina, auto-análise e constante aprendizado.

14- Não ter expressão durante a ministração dos cânticos - Não seja um “alienígena” em cima do púlpito. Participe de todos os momentos! - A entonação da voz também é importante. Não combina, por exemplo, falar sobre alegria com uma entonação e um semblante triste e melancólico. Você pode contagiar o público através da sua expressão e entonação de voz.

15- Comunicação inadequada ao tipo de público - Ser sensível ao tipo de público que estamos ministrando e utilizar uma linguagem adequada. A dinâmica de um culto congregacional é diferente, por exemplo, de uma reunião de jovens, ou crianças, evangelismo, etc. Não trate um público maduro, por exemplo, utilizando uma linguagem de criança e vice-versa. - Cuidado com erros de português, vícios de palavras e gírias. Não precisa ser formal, seja natural, sempre observando o público que você está ministrando.

16- Vestimenta inadequada - Sua vestimenta deve ser coerente ao tipo de ambiente e reunião que você estará ministrando. - Cuidado com vestimenta inadequada, tipo roupa justa, cores chamativas, etc. - Esteja atento a sua aparência – cabelos penteados, dentes escovados, maquiagem leve, usar desodorante, perfume, etc. Lembre-se que o púlpito é uma vitrine. Quem está ministrando passa a ser alvo de observação em todos os sentidos.

17- Cantar cânticos com o qual não está familiarizado - Não conhece o cântico, não cante! Não sabe tocar o cântico, não toque! - Para ganhar confiança do auditório, é preciso demonstrar convicção e certeza sobre o que está ministrando. Conhecer bem e ter domínio do cântico ministrado, é imprescindível para que o ministro atinja seu objetivo.

18- Cantar fora da tessitura vocal - A escolha do tom de uma música depende do canto; este deve ser dentro da tessitura vocal e confortável para ela. Mesmo que o tom escolhido não seja o mais confortável para o instrumentista ele deve executá-lo. Na música onde há o canto, a ênfase é para a mensagem, portanto, não deve ser interferida por outros elementos. - Muitas músicas que ministramos na igreja não fluem como poderiam, por causa da escolha errada da tonalidade. Por vezes, o tom é muito alto e as pessoas não conseguem cantar. - O tom pode influenciar na sonoridade da música vocal com acompanhamento, bem como causar danos nas cordas vocais.

19- Elaborar um repertório inapropriado ao tipo de reunião - Elabore um repertório adequado ao tipo de reunião. Por exemplo: reunião de jovens, evangelismo, santa ceia, etc; o repertório de um culto dominical é diferente de um lançamento de um cd por exemplo. - Elabore uma seqüência lógica no repertório, ou seja, músicas de celebração, músicas de adoração, músicas de comunhão, etc. A ministração é como um “vôo de avião”, tem um destino.

20- Cantar muitas músicas num período curto de ministração - Elabore um repertório adequado ao tempo de duração do louvor (conferir com o pastor). - Dependendo do tempo dado a ministração, não será necessário uma lista extensa de músicas. Esteja atento à maneira como o louvor está transcorrendo e explore um determinado cântico quando perceber que está fluindo profeticamente. - Muitos exageram no tempo da ministração dos cânticos e passam do horário estipulado, atrapalhando assim, o andamento da reunião. Muitos não se importam se estão agradando ou não. Quando excedemos os limites, podemos cansar o auditório, não atingir os objetivos definidos e forçar a reunião a terminar fora do horário.

21- Ensinar muitas canções num período de ministração - Para que haja participação do público, procure ensinar durante a ministração, um ou dois cânticos. Procure repetí-los para que todos guardem bem a letra e melodia. - Quando se ensina muitas músicas num período de louvor, o público não consegue assimilar as canções, causando uma dispersão.

22- Cantar sempre as mesmas músicas nas ministrações - A Bíblia nos estimula a cantarmos um cântico novo (Sl 96:1). Porque cantar um cântico novo? Para cantar com o coração e não apenas com a mente. Cantar o mesmo cântico em todos os cultos pode se tornar cansativo e enfadonho, e as pessoas acabam cantando apenas com a mente. - Cometemos um grande erro quando nunca reciclamos o nosso repertório. Reciclar, significa, “atualizar-se para obter melhores rendimentos”. Os ministros devem sempre estar atualizados, escutando boas músicas, consultando a internet, etc.

23- Cantar canções sem a direção do Espírito Santo - É o Senhor que sabe qual é o cântico certo para a hora certa. - Devemos tomar cuidado para não cantarmos cânticos que nos identificamos sem ouvirmos o Espírito Santo (I Co 14:8). Muitos só querem cantar cânticos que se identificam apenas atrapalhando assim, o fluir da reunião. Estejamos atentos e sensíveis a voz do Espírito Santo.

24- Não avaliar o conteúdo dos cânticos ministrados - Muitos estão ensinando canções para a igreja que estão na “moda”, mas que não possuem um conteúdo bíblico correto. Devemos avaliar biblicamente o que estamos ensinando e cantando dentro de nossas igrejas. - Cantemos cânticos teologicamente corretos - Cantemos a Palavra de Deus! A Bíblia é o “hinário” de Deus. Quem canta a Palavra de Deus, amanhã não vai precisar pedir desculpas pelo que ensinou.

25- Imitar outros ministros - Cada um de nós tem características diferentes. Deus nos fez assim! Deus quer nos usar do jeito que somos, com os dons, talentos e as características que Ele nos deu. - Muitos caem no ridículo quando imitam trejeitos, frases, modo de cantar de outros ministros, etc. - Cuidado com palavras da “moda”, tipo: “shekiná”, “nuvem de glória”, “trazer a arca”, “chuva”, “noiva”, “abraça-me”; ou então, expressões com duplo sentido, “quero deitar no seu colo”, “quero te beijar”, “quero ter um romance contigo”, “quando Deus penetrou em mim, eu fiquei feliz”, “Quero cavalgar contigo”, etc. - Não quero ser radical e dizer que há problemas em utilizar estas expressões. Porém devemos refletir o que temos cantado em nossas igrejas. Muitos cantam e compõem canções enfatizando essas expressões, muitas vezes sem saber o significado e sem nenhum propósito, fazem isso apenas por ser uma expressão do “momento”, ou para dar uma idéia de “intimidade” com Deus, tornando-se infelizes nas colocações das palavras, até mesmo com um duplo sentido. Cuidado, intimidade sem reverência vira desrespeito! - É verdade que Deus nos convida para sermos seus amigos, mas cabe a nós dar a glória devida ao Seu nome! Ele é nosso amigo, mas é nosso Deus! Não devemos tratar Deus como nosso “coleguinha de escola”. Cuidado para que, em nome da “intimidade”, você não perca o respeito e temor a Deus. (Exemplo: A visão de Isaías no cap. 6 – “Ai de mim…”)

26- Deixar o auditório em pé por muito tempo - Não canse o povo! Ficar em pé 30 minutos é uma coisa, e outra coisa é ficar em pé 50 minutos. Esteja sensível ao ambiente. - Um público jovem consegue permanecer em pé por mais tempo, mas um público mais velho acaba se cansando mais rápido. Não há nenhum problema em adorarmos a Deus sentado.

27- Deixar de participar de outros momentos do culto - Muitos músicos são irresponsáveis e acabam comprometendo o andamento do culto. Participam apenas do momento dos cânticos, mas logo após saem do culto para fazerem outras coisas: conversar com amigos, comer, namorar, etc. - Temos uma grande responsabilidade do culto que está em nossas mãos, por isso não podemos nos dar ao luxo de termos atitudes egoístas, infantis e irresponsáveis (I Co 3:1-2). Lembre-se: somos ministros de Deus!

28- Não ter um mínimo preparo para atuar na equipe de som - É importante estudar e conhecer os equipamentos de som para poder utilizá-los da melhor maneira, evitando também danos nos equipamentos por causa do seu uso inadequado. Existem muitos “curiosos” atuando nesta área. - Cuidado com o volume dos instrumentos para não saturar o ambiente e provocar incômodo aos ouvintes. - Lembre-se que o volume das vozes deve ser maior em relação aos instrumentos para que as pessoas entendam o que está sendo falado ou cantado. - Sua participação no culto é fundamental. Fique atento! Não fique “viajando”. Concentração total! - Seja amável e educado quando as pessoas vierem te falar ou orientar algo relacionado ao som. - Não atrapalhe a ministração. Quando surgir algum problema, seja discreto para poder solucioná-lo. - Depois de mixado os volumes, não há mais necessidade de ficar mexendo na mesa de som. Portanto, não mexa, pois isso atrapalha o bom andamento da ministração. - Cuide dos equipamentos e seja zeloso pelas coisas de Deus.

29- Não ter um mínimo preparo para atuar na equipe de dança - Muitos são bem intencionados, mas não possuem o preparo suficiente para dançar. - Expressão: é importante a expressão facial e corporal, e deve ser condizente com a música que está sendo ministrada. - Roupas: é importante ser prudente e discreto para que não venha causar polêmica e escândalo dentro da igreja. Tomar cuidado para não tornar a dança algo sensual. - Técnica e estilo: Todos devem conhecer os vários estilos (balé, street dance, etc), lembrando que cada estilo deve ser coerente ao tipo de música. O sincronismo entre o grupo é um fator muito importante.

30- Atuar no ministério por obrigação e sem alegria - Quando realizamos a obra de Deus por obrigação não há alegria, mas se torna peso. Você gosta quando alguém vai fazer algo para você por obrigação? Será que Deus gosta quando vamos serví-lo por obrigação? Com certeza, isso não agrada a Deus. - Se a obra do Senhor tem sido um fardo para nós ou estamos realizando o serviço por obrigação, então é melhor deixarmos o ministério. - O nosso serviço deve ser com alegria – “Servi ao Senhor com alegria…” (Sl 100:2). - Valorize o ministério! Valorize esse instrumento poderoso para a edificação da igreja e veículo de evangelização. Você foi escolhido por Deus, portanto, leve a sério o ministério!

Nosso envolvimento com a Obra de Deus



Graças a Deus somos pessoas que recebemos um chamado e um dom. Muito mais do que receber, atendemos e cumprimos esse chamado, seja ele no Louvor, na Dança, no Teatro, na Introdução e na Técnica, fazendo assim a grande Obra de Deus, que é ganhar Vidas.

Não pode fugir do nosso entendimento que nosso principal objetivo na obra de Deus é: ganhar, consolidar, discipular e enviar.

Claro que sempre que estamos exercendo nosso ministério, estamos trabalhando para que vidas sejam alcançadas nos cultos, pois sem nós, Redes de Apoio, seria bem complicado a estrutura de um culto e assim também a conquista de vidas na Igreja. Temos um papel fundamental e importante na conquista de cada vida. Isso é um privilégio e também uma grande responsabilidade. Ganhar vidas não é brincadeira e nem uma conseqüência, mas sim uma missão principal, que também está englobada na Adoração que oferecemos ao Pai.

Não seria necessário dizer que Deus pagou um preço muito grande para ganhar cada vida e que depende de cada um de nós, na execução dessa ordenança, para que esse objetivo seja cumprido. Creio que não haja nada de mais doloroso para o Pai, ver que o preço que Ele pagou não está sendo valorizado, e não estamos executando sua obra.

Como bem foi ministrado na Escola de Levitas, não somos adoradores só na Igreja, mas somos também adoradores da porta de templo para fora, ou seja, em nossa casa, trabalho, faculdade, escola. Se somos adoradores onde quer que estejamos, devemos agir como tais, ou sendo mais claro, executando a missão que nos foi conferida onde quer que estejamos.

Se recebemos de Deus um dom para auxiliar na Obra Dele, por que não usarmos esse dom também fora da igreja para a conquista de vidas???

É isso mesmo!!! Cada um recebeu seu dom e talento em específico e isso não foi em vão. As pessoas do louvor foram chamadas para destinar palavras e sons de adoração, de exaltação e isso deve ser feito em qualquer lugar que estiverem, deixando então de lado qualquer declaração negativa e qualquer palavra que não se encaixe com a Vontade de Deus e que não esteja na Palavra Dele. As pessoas da dança foram chamadas para oferecer movimentos do corpo ao Pai, e isso deve ser mantido fora da igreja. Onde estes corpos têm ido e o que tem-se feito com esse instrumento de adoração?? As pessoas da introdução usam de seu carisma e educação na casa de Deus e devem manter isso onde quer que estejam, tratando TODOS, em qualquer lugar, como irmãos, fazendo disso uma forma profética, declarando que se mesmo que aquela pessoa ainda não esteja na igreja, que em pouco tempo será recebida e bem tratada também ali no Templo. As pessoas do teatro receberam o dom de expressar com personagens as palavras de Deus e devem levar isso para suas vidas, não tendo uma conduta fora do que Deus quer, mas sempre deixando o Espírito atuar em cada segundo de suas vidas, dentro ou fora da Casa de Deus. As pessoas da técnica receberam o dom de organizar e dar apoio às Redes de Apoio, sendo estrutura para o acontecimento de todos os outros ministérios e devem declarar isso no dia a dia, como instrumentos fundamentais no Mundo, pois têm em si as palavras de redenção e Restauração que é a única saída para a humanidade.

Nosso chamado deve se estender para fora da Igreja, não é algo restrito a um momento.

Como adoradores todos temos um pouco de cada uma dessas características específicas para cada ministério, assumindo assim, então, cada uma dessas postura que foi colocada.

Entregue sua vida como oferta de Adoração e Sacrifício a Deus.

Graça e Paz!!!

Dança - Atitude de Louvor



Nos dias de hoje temos muitos conceitos sobre dança, sendo em sua maioria o de que ela induz a expressões carnais, o que não é verdade quando há uma atitude pura, feita no espírito diante do Senhor.

A dança é o reflexo de sentimentos contidos em nosso ser e acontece em várias ocasiões:

Quando Davi foi ungido por Samuel (I Sam 16:13), o Espírito do Senhor se apossou dele e desde aquele dia foi cheio do Espírito.

Em II Samuel 6: 12 - 16, Davi extravasa toda sua alegria dançando diante do Senhor por estar transportando a Arca para Jerusalém, que representava a presença de Deus no meio deles.

"Então disseram a Davi: O Senhor abençoou a casa de Obede-Edom, e tudo o que tem, por causa da arca de Deus. Assim foi Davi, com alegria. Quando os que levavam a arca do Senhor tinham dado seis passos ele sacrificava bois e carneiros cevados. Davi dançava com todas as suas forças diante do Senhor, e estava Davi cingido de uma estola sacerdotal de linho. Assim Davi e toda a casa de Israel subiam, trazendo a arca do Senhor com júbilo e ao som de trombetas.

Quando a arca do Senhor entrava na cidade de Davi, Mical, a filha de Saul, estava olhando pela janela. E vendo ao rei Davi, que ia saltando e dançando diante do Senhor, o desprezou no seu coração".

Vemos aqui o exemplo de um homem segundo o coração de Deus, cheio do poder e do Espírito, expressando toda sua alegria dançando na presença do Senhor.

Em Êxodo 15:20 e 21, vemos Miriã, uma profetisa com muitas mulheres saírem com tamborins e com danças cantando ao Senhor pela vitória de Israel, pelo povo que saíra ileso do Egito, terra onde eram escravos.

Miriã, a profetisa (os profetas eram pessoas cheias do Espírito de Deus) dançou pela vitória do seu povo.

"Então Miriã, a profetisa, irmã de Arão, tomou um tamborim, e todas as mulheres saíram atrás dela com tamborins e com danças. E Miriã lhes respondia: Cantai ao Senhor, pois sumamente se exaltou, lançou no mar o cavalo e o seu cavaleiro".

As mulheres hebraicas exprimiam por meio da dança os seus sentimentos; quando seus maridos ou pessoas amigas voltavam a suas casas, vindo do combate pela vida e pela pátria, saíam elas ao seu encontro com danças de triunfo.

Nos nossos dias não deve ser diferente. Podemos e devemos também ser cheios do Espírito Santo de Deus e dançar diante d'Ele, extravasando a nossa alegria, saltando, dançando diante do Senhor pela vitória de Jesus na cruz derrotando todo principado, potestade e dominadores deste século que eram contra nós ( Col. 2:15), nos libertando do mundo e nos transportando para um reino de luz, purificando nossa consciência pelo sangue do Cordeiro e nos dando a esperança da vida eterna.

As danças não param por aí. Em I Samuel 18:6 e 7, temos outro exemplo:

"Quando os soldados retornavam para casa, depois de Davi ter ferido o filisteu, as mulheres de todas as cidades de Israel saíram ao encontro do rei Saul, cantando e dançando alegremente, com tambores e com instrumentos de música. As mulheres, dançando, cantavam umas para as outras, dizendo: Saul feriu os seus milhares, porém Davi os seus dez milhares".

Jesus citou em uma parábola a dança como louvor e ações de graças por um filho que se havia perdido e foi achado (Lucas 15:25 - parábola do filho pródigo).

Existe uma razão específica do povo de Deus em dançar: a de que Ele se alegra com isto. Deus se alegra de que seus filhos dancem na sua presença, pois Ele próprio promete restaurar as danças de seu povo:

"Naquele tempo, diz o Senhor, serei o Deus de todas as tribos de Israel, e elas serão o meu povo... o povo que escapou da espada achou graça no deserto... com amor eterno te amei, também com amorável benignidade te atraí... ainda te edificarei e serás edificada, ó virgem de Israel. Ainda serás adornada com os teus adufes, e sairás com coro de dança, e também os jovens e os velhos, e tornareis o seu pranto em júbilo e os consolarei; transformarei em regozijo a sua tristeza". (Jeremias 31: 1-4, 13)

Se você nunca expressou-se a Deus dançando, eu o convidaria a fazê-lo conforme as escrituras nos convidam:

Salmo 149:3 - "Louvem o seu nome com danças; cantem-lhe o seu louvor com tamborim e com harpa".

Certamente quando você o adorar com sua dança, o próprio Deus te encherá com alegria, com cânticos, com toda sorte de bênçãos e te mostrará a vitória.

Experimente dançar na presença de Deus!