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Problemas especiais ao fazer discípulos

Problemas especiais ao fazer discípulos

Examine algumas reflexões com respeito à tarefa evangelística recolhidas da obra de Paulo na Ásia em sua terceira “viagem missionária”. A plantação do evangelho em Éfeso, que se tornou o centro de onde o evangelho se espalhou pela província romana da Ásia, revela algumas situações especiais que devemos ter por certo que iremos nos deparar na tentativa de realizarmos a obra do evangelho em nossos dias.

A primeira situação foi aquela enfrentada por Priscila e Áqüila na sinagoga de Éfeso, após saírem de Corinto (Atos 18:24-28). Eles encontraram um homem chamado Apolo, que era eloqüente ou, talvez, culto, que já tinha sido “instruído no caminho do Senhor; e, sendo fervoroso do espírito, falava e ensinava com precisão a respeito de Jesus, conhecendo apenas o batismo de João”. Além do mais, “ele ... começou a falar ousadamente na sinagoga”.

Bom, esse homem já sabia bastante, e este fato não deve ser desprezado. Entretanto, a limitação de seu conhecimento envolveu algumas omissões de grande importância. Imagina-se que ele desconhecia a crucificação (pelo menos, o seu significado), a ressurreição, a ascensão e a coroação de Jesus, e a descida do Espírito no Pentecostes.

Priscila e Áqüila não trataram esse homem como um falso mestre (classe apresentada de modo diferente no Novo Testamento). Nem o desafiaram publicamente na sinagoga, nem deram uma repreensão pública decisiva de seu desconhecimento. Antes, com muita sabedoria, “tomaram-no consigo e, com mais exatidão, lhe expuseram o caminho de Deus”. O resultado desse procedimento foi tornar Apolo, com todos os seus talentos consideráveis, um vigoroso defensor de Jesus como o verdadeiro Messias.

Esse acontecimento prenuncia o tipo de situação com que os obreiros de Cristo Jesus, muitas vezes, têm de lidar, hoje em dia. Muitas vezes, encontramos pessoas que já conhecem bastante sobre Jesus, esforçam-se para servi-lo e, com freqüência, manifestam um comprometimento razoável para com ele, mas não aprenderam toda a verdade sobre o caminho da salvação, nem adoram em espírito e em verdade.

Não creio que seja provável conquistarmos tais pessoas se as abordarmos como “sabichões” arrogantes e autopiedosos. Devemos aproximar-nos deles com humildade, compartilhando o nosso conhecimento das Escrituras e apresentando “com mais exatidão ... o caminho de Deus”. Mas essas pessoas podem até ter algo para nos ensinar, e não nos devemos recusar a aprender o que seja verdadeiro de qualquer mestre. Não precisamos temer que a verdade que venhamos a aprender com um batista, com um metodista ou com qualquer pessoa de outra denominação nos fará um deles. Não é a verdade bíblica que faz deles o que são. E quanto mais entendermos um assunto da Bíblia, qualquer que seja, melhores discípulos de Jesus seremos.

Paulo se viu diante de uma situação aparentemente relacionada em Éfeso – pessoas já batizadas, mas “no batismo de João” (Atos 19:1-7), batismo que anteriormente tinha sentido e validade, mas agora tornou-se obsoleto. A ação do batismo que haviam recebido era exatamente a mesma ensinada por Paulo. Mas o significado e a importância dele eram diferentes. Assim, Paulo teve de ensinar-lhes com mais precisão o caminho de Deus, e foram então batizados novamente, mas dessa vez “em o nome do Senhor Jesus”.

Com tantos equívocos sobre o batismo no mundo de hoje, encontramos muitas pessoas que já foram batizadas, mas com um batismo diferente do que Jesus ensinou, sem obedecer-lhe na verdade. Elas obedeceram ao homem, e não a Deus. Assim, se não estivermos dispostos a crer que mergulhar nas águas – de alguma forma como que mágica – concede o perdão dos pecados sem que a pessoa batizada tenha algum entendimento disso, devemos, como Paulo, ensinar essas pessoas a serem batizadas “em o nome do Senhor Jesus”.

Por fim, o trabalho de Paulo em Éfeso serve de precedente para a resolução de ainda outro problema que ocorre em nossos dias (Atos 19:8-9). O trabalho de Paulo começou, como sempre, na sinagoga, e alguns ali se tornaram discípulos. “Visto que alguns deles se mostravam empedernidos e descrentes, falando mal do Caminho diante da multidão, Paulo, apartando-se deles, separou os discípulos, passando a discorrer diariamente na escola de Tirano.”

O mesmo ocorre hoje. Quem se torna discípulo de Jesus deve separar-se daqueles que são empedernidos e desobedientes, para pertencer integralmente a Jesus e seguir a direção do Mestre, para onde quer que ela possa levá-lo.

L. A. Mott, Jr.

Oportunidade X Crescimento



Saiba que o seu tempo já chegou para receber os milagres, as bênçãos de Deus. Não ache que é amanhã, o teu tempo é hoje. No entanto, se o teu tempo é hoje, você precisa encontrar o caminho que vai te levar onde você precisa em Deus.

A coisa mais importante de sua vida são as suas perguntas, pois as sua respostas te trouxeram onde você está. As suas perguntas que irão te levar para onde quer chegar. Por isso você precisa aprender a anotar as suas perguntas. Você terá resposta em como ser frutífero. Deus vai te dar respostas para as perguntas de ouro. A sabedoria está gritando em quatro lugares. A sabedoria está em quatro posições.

Quem fala em cima dos montes é a sabedoria. Pegue, ouça, escute, pois a sabedoria fala das aturas. Respeite os resultados. Para você sair de onde está tem que inspirar nas pessoas. A diferença entre você e outra pessoa é o volume de conhecimento.

A sabedoria está nas encruzilhadas. Você tem que tomar decisões. A Bíblia diz que a sabedoria está na beirada da encruzilhada e você terá que tomar uma decisão. Tem pessoas que perdem relacionamentos por falta de sabedoria.

O tempo de Deus está derramando bênçãos e milagre para você, receba uma porção nova de sabedoria em sua vida.

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O CHAMADO E O FUTURO


Certa vez um pastor foi pregar em uma conferência, em uma cidade dos Estados Unidos. Enquanto ele pregava, vários adolescentes brincavam, mas a palavra de Deus é poderosa e foi penetrando no coração deles e logo eles começaram a chorar. Nisso um deles foi até o púlpito, se ajoelhou chorando, colocando o rosto no chão e naquele momento ouviu a voz do Senhor chamando-o para o ministério. Isso eram meados dos anos 50, e naquela época, ser chamado para a obra de Deus, implicava em primeiro ir para um seminário bíblico.

Naquele dia foi tão forte a visitação do Espírito Santo na vida daquele garoto, que o pastor foi lá orar por ele e por seu ministério. Naquele dia o rapaz se posicionou e decidiu que viveria aquele chamado!

Passados alguns meses, aquela chama se apagou. Um ano depois e aquele chamado esfriou. Logo apareceu uma garota nova na igreja por quem ele se apaixonou perdidamente. Essa garota colocou sua fé em cheque, dizendo-lhe que, se quisesse casar com ela, teria que abandonar essa história de chamado, missão, porque ela queria ser uma empresária de sucesso.

Apaixonados, casaram-se e ele acabou abrindo mão de seu chamado ministerial. Passados sete anos, o sonho acabou. Veio a separação e o divórcio. O tempo passou e ele se esqueceu completamente de seu chamado. Foi para a universidade e se tornou um engenheiro e projetista de sucesso. Chegou até a ganhar algum dinheiro. Deixou a Casa do Senhor e se entregou à bebida.

Certo dia, estava em um restaurante, quando reconheceu na mesa ao lado, o pastor que havia pregado a palavra, anos atrás. Tomou coragem e foi conversar com aquele homem. A princípio, o pastor não se lembrara dele, afinal, haviam se passado duas décadas, mas aos poucos se situou e lembrou daquele momento. Conversaram então sobre tudo e também sobre a que ponto sua vida chegara.

Após alguns minutos de conversa, o rapaz convidou o pastor para dar uma volta de carro. O pastor ainda meio receoso, aceitou e pouco depois de rodarem algumas centenas de metros, o rapaz parou em posto de gasolina. Fitou por momentos a bomba de abastecimento e perguntou ao pastor: - O senhor sabe quem projetou essas bombas de combustível? Ao que o pastor respondeu negativamente. Para surpresa do ministro, ele respondeu: - Fui eu quem projetou a bomba de gasolina!

Diante daquela situação, ele fez um pedido ao pastor. Que toda vez ao ver uma bomba de gasolina; ele contasse às pessoas, que o homem que a projetara, havia abandonado seu ministério, havia saído da vontade de Deus, aberto mão de seu chamado e que simplesmente abandonara seu propósito como líder daquela geração.

Por isso toda vez que você se deparar com uma bomba de gasolina, lembre-se de que um homem abandonou um grande chamado de Deus. Não repita isso em sua vida, não se faça de surdo ao ser chamado pelo Pai para sarar sua geração, sua nação!

Eu creio que se aquele jovem tivesse se mantido fiel ao seu chamado, ele teria sido o inventor da bomba de gasolina e teria se tornado milionário por causa disso, pois a obra de Deus não impede o desenvolvimento de todo nosso potencial inventivo, criativo ou científico, pelo contrário, os dons do Espírito Santo potencializam os nossos dons.


Dep. bispo Rodovalho